illycaffè, Fundação Ernesto Illy ETS e o Relatório Mundial da Felicidade 2026: um relatório dedicado à felicidade sustentável

a illycaffè e a Fundação Ernesto Illy ETS renovam seu compromisso de promover a felicidade coletiva e o bem-estar social, apoiando o Relatório Mundial da Felicidade 2026. Essa parceria começou em 2017 a partir de uma crença compartilhada de que a felicidade não é apenas um valor individual, mas um objetivo social a ser investido por meio de ações concretas e pesquisa científica.

“O Relatório Mundial da Felicidade 2026, reconhecido mundialmente como um referencial para a avaliação da felicidade global, reitera a importância de criar colaborações entre empresas, instituições e fundações para promover o bem-estar coletivo”, afirma Anna Illy, presidente da Fundação Ernesto Illy ETS. “Colocar as pessoas no centro é o princípio orientador que a illycaffè e a Fundação Ernesto Illy perseguem todos os dias, com o objetivo de promover uma felicidade sustentável e duradoura.”

O Relatório Mundial da Felicidade 2026 analisa o impacto complexo das redes sociais no bem-estar, destacando uma diminuição significativa na satisfação com a vida entre os jovens em países de língua inglesa e na Europa Ocidental, especialmente entre as meninas.

  • Uso intensivo das redes sociais e bem-estar: O uso intensivo das redes sociais parece contribuir para a diminuição do bem-estar entre os jovens com menos de 25 anos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, enquanto em outras partes do mundo o bem-estar dos jovens está em ascensão.
  • Variações no impacto das redes sociais: O efeito das redes sociais no bem-estar depende do tipo de plataforma, de como ela é utilizada, além do gênero e do status socioeconômico dos usuários.
  • Importância das conexões sociais: Fatores como relacionamentos sociais e um senso de pertencimento têm uma influência maior na percepção de vida do que o uso das redes sociais.
  • Duração do uso e bem-estar: Jovens que usam redes sociais por menos de uma hora por dia relatam níveis mais altos de bem-estar do que aqueles que não usam de jeito nenhum, enquanto o uso médio é de 2,5 horas por dia.
  • Diferenças geográficas e culturais: Apesar de níveis semelhantes de uso, as maiores quedas no bem-estar são observadas em países de língua inglesa, com estudos confirmando associações negativas entre o uso das redes sociais e o bem-estar.
  • Tipos de plataformas: Plataformas com conteúdo selecionado por algoritmos tendem a apresentar correlação negativa com o bem-estar, enquanto aquelas que promovem conexões sociais demonstram efeitos positivos.
  • Ranking mundial de felicidade: A Finlândia manteve o primeiro lugar no Relatório Mundial da Felicidade pelo nono ano consecutivo, enquanto a Itália ocupa a 38ª posição, subindo duas posições em relação ao ano anterior.

Os resultados foram divulgados por ocasião do Dia Internacional da Felicidade e analisados por especialistas de renome mundial. O Relatório Mundial da Felicidade é publicado pelo Centro de Pesquisa em Bem-Estar da Universidade de Oxford, em parceria com o Gallup, a Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU e uma equipe editorial independente.

O conselho editorial é composto por John F. Helliwell (Universidade da Colúmbia Britânica), Richard Layard (London School of Economics and Political Science), Jeffrey D. Sachs (Universidade de Columbia), Jan-Emmanuel De Neve (Universidade de Oxford), Lara B. Aknin (Universidade Simon Fraser) e Shun Wang (Universidade Xi’an Jiaotong-Liverpool).

Leia o relatório na íntegra em worldhappiness.report e explore os dados em data.worldhappiness.report.